terça-feira, 28 de junho de 2011
quarta-feira, 4 de agosto de 2010
É difícil não perdê-lo...
Ritmo: Eu sei, eu sei que prometi...mas, você já não me trata mais como antigamente. Onde foi parar toda aquela atenção, toda aquela disposição?!Desculpe, mas eu preciso seguir meu rumo, procurar alguém que realmente me queira, entende?!
Eu: Eu vou mudar, eu prometo!Vou acordar cedo, vou fazer café preto pra gente comer com pão de queijo, ficar acordada com você até altas horas da madrugada!por favor, FICA COMIGO!
Ritmo: Bom, tá bom vai!Me dá uma semana pelo menos!Preciso pensar um pouco na vida!Vou deixar você sentir um pouco a minha falta!
quinta-feira, 29 de julho de 2010
Palhaçada, mano!
quarta-feira, 26 de maio de 2010
domingo, 23 de maio de 2010
Da série: Esquizo!
domingo, 6 de dezembro de 2009
DROPS Nº 33
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
quarta-feira, 16 de setembro de 2009
Semaninha do Cão
Domingo, dia 13: seu cão (um husky grande e peludo) consegue invadir seu quarto pela janela, fugindo do barulhos dos fogos de artifício, e quebra sua luminária de cabeceira, que é linda e exclusiva, além de um copo de vidro cheio d’água, que molha todo o chão e o tapete, e pra finalizar, sobre na sua cama com as patinhas embarradas, sujando e enchendo de pelos seu lindo cobertor e seus travesseiros com fronhas até então cheirosas. Ugh. E você só descobre que isso tudo aconteceu quando chega em casa 1 hora depois. Ah... tudo bem, dá pra limpar, não dá?
Segunda, dia 14: Chega uma correspondência. Multa. Toma aí, 4 pontos na sua carteira. E pague, por favor, 85 reais. Ah, você nunca toma multa, não é mesmo?.... Mas...okey... foi justo. Você sabe que sim.
Terça, dia 15: Falta dinheiro na hora de pagar seu almoço. Pede então pra balconista gentilmente aceitar que você volte para pagar daqui a pouco. A mulher não perde a oportunidade de fazer uma cara feia pra você, antes de aceitar sua proposta. Compreensível. Ela está no direito dela. Você é que se acostumou com o cartão de débito e é quando almoça nesses lugares xinfrim que se lembra que espeluncas tipo essa nunca tem maquininha de cartão. Paciência.
Quarta, dia 16 (hoje): Fato 1. Você trabalha direitinho, não deixa nada pendente. E agora está trabalhando há duas horas em cima de tabelas cheias de números que devem ser corrigidos. Um trabalho pesado e que nem é de sua competência, não é mesmo? Mas você aceitou fazer porque é uma pessoa legal. Ou uma banana. Ou ambos. Depois de um certo tempo, seu cérebro não consegue mais ter lucidez para ler os números corretamente. Você então resolve parar 5 minutinhos pra desembaralhar sua cabeça e seus olhos: pausa para tomar uma aguinha e ler o seu email. O problema é que o seu chefe chega perto de você nesse intervalo de 5 minutinhos. Obviamente a cena que ele vê é você na Internet bebendo água fresca e as tabelas lá, esperando em cima da sua mesa. Diante disso, ele diz que aquelas tabelas cheias de números tem certa urgência. aaah...
Quarta, dia 16 (hoje): Fato 2. “batida” de carro. Okey, nem foi batida, foi um encostão. Cacete, logo agora, você pensa, enquanto assiste aquela mulher arrogante descer do carro e anotar a sua placa e o seu telefone, com ar superior, dizendo que vai te encaminhar o orçamento do conserto doarranhãozinho microscópico que você fez na lataria daquele carro de merda. Viu, se você não estivesse fugindo do flanelinha e estivesse prestando mais atenção no trânsito, isso não teria acontecido.
GAAAAHHH!
Tô pensando se espero a semana acabar ou se vou me benzer hoje mesmo.
hm.
quinta-feira, 9 de julho de 2009
Dia da Uva
quarta-feira, 12 de novembro de 2008
Momento Mulherzinha 2
Cansaço, crises de choro, dores, nervosismo, carência, solidão.
Mas vocês me entendem, não é? Então tá.
Aliás, que tão solitário é esse mala de trabalho final?? credo...
terça-feira, 4 de novembro de 2008
da D.R. à Delicadeza
Mas ela foi necessária, afinal de contas, eu mesma provoquei a crise, como já disse. Esta contradição só comprova que mulheres são, sim, seres complicados. Talvez eu seja mais do que a média... mas prefiro acreditar que somos todas assim.
Lá estou eu, toda feliz, serelepe, com o meu bom-humor habitual, quando, de repente - devido a fatores externos combinados com flutuações hormonais - me vejo furiosa, uma onça! Mordida de ciúmes, cega de raiva e ao mesmo tempo triste e com a sensação de estar sendo enganada. Eu, sendo uma mulher sensata e (tentando ser) bem-resolvida, o que faço?
a) Paro, penso, analiso e vejo que é tudo uma grande bobagem?
b) Espero o moço aparecer com uma explicação e me acalmo?
c) Tenho um ataque de nervos e digo tudo o que me vem à mente, doa a quem doer, chorando que nem uma louca?
Obviamente escolhi a opção 'c', porque sempre tomo as atitudes mais imbecis quando estou assim, vulnerável.
Como podem ver, a minha crise ocasionou outra crise. Que loucura!!! Sim, o que mais eu poderia esperar? Afinal, as palavras podem, com certeza, machucar as pessoas, ofender, por mais que sejam faladas da forma mais correta e educada possível. E claro que só me lembrei disso depois de ter falado tudo e mais um pouco, sem nem parar para ouvir o outro lado da história.
Aí vocês pensam: que bom, deu tudo certo! Um final feliz!
Quem me dera! Dias depois eu percebo que não foi bem assim. A D.R. pode até ter deixado as coisas mais claras, explicado as duas situações, mostrado os dois lados da história... mas a mágoa que eu causei ao dizer aquelas palavras impulsivas ainda não passou. Sim, caros leitores: eu levei um gelo. Diria até que foi merecido, mas saber disso não bastou para evitar a ansiedade, a angústia, os pensamentos insistentes sobre o mesmo assunto. Estava me sentido pesada, (in)tensa, carregada... O fato é que a instabilidade inerente (?) às mulheres assusta os homens... e ainda não sei se discutir a relação ajuda ou só reforça essa imagem de mulher-bomba, pronta para explodir sem aviso prévio.
Eis que surge aquela pessoa que sempre aparece quando mais preciso: a amiga! Mais do que amiga: a minha amiga-conselheira, que vê tudo com olhar analítico e me diz tudo da maneira mais sincera. Assim, no meio da tarde, ela arrumou um tempinho para mim e veio aqui em casa me ouvir, contar histórias parecidas que ela já viveu, me dar conselhos, me acalmar. "Julia, tu fez a tua parte... errou sim, mas reconheceu o erro, pediu desculpas, entendeu o outro lado. Agora não tem mais o que fazer, depende só de como ele vai assimilar a situação, de como ele vai lidar com isso." Então tá! É mesmo! Ela está certa. Isso me acalmou. A ponto de conseguir deixar um recado para o rapaz em questão:
"Fulano, gosto de deixar as
coisas claras. Por isso vim aqui te dizer que, se eu sumir por uns tempos, parar de deixar recados pra ti e tal, é porque notei que tu quer ficar quieto, dar tempo ao tempo, não falar comigo, ou qualquer coisa assim, e não porque eu quero isso. Vou te deixar bem livre pra falar comigo quando quiser, quando sentir vontade, da maneira que achar melhor, afinal, é fácil me achar! Vou estar sempre de coração aberto pra te ouvir, e desejo toda a felicidade do mundo pra ti, perto ou longe de mim, da maneira que tu achar melhor.
Eu sei que é estranho um 'recado-pra-dizer-que-nao-vou-mais-deixar-recado', mas...
Enfim, te adoro e continuo sentindo por ti o mesmo que eu sempre te disse, com a mesma intensidade. E acho que cabe a ti decidir se quer receber esse sentimento ou não. Quero muito que nossa história continue e dê certo, mas isso não está nas minhas mãos nesse momento. Com certeza, vou sentir tua falta e falta de te escrever aqui.
Beijos com todo o meu carinho.
Ju"
E fazer isto não me curou 100%, nem vai curá-lo 100%, mas me deixou mais leve, mais tranqüila, sentindo uma delicadeza em volta de mim. Entreguei a Deus, ao Universo, ao Destino ou seja lá como queiram chamar... me deu uma sensação de alívio!
E saí cantarolando pela casa, como sempre faço quando estou feliz!
:)
quarta-feira, 15 de outubro de 2008
Nova Lulu & O Lado Pink da Força
terça-feira, 20 de maio de 2008
Um Desabafo:
E eu confesso: no início da minha vida de motorista eu adorava dirigir. Tinha aquela sensação de liberdade, de “eu posso ir aonde quiser”, de independência. Que maravilha!
Bom, há sete anos atrás, a hora do rush era bem definida: começava as 18hs e às 19hs o trânsito voltava ao normal. Em 2002, a quantidade de carros na rua era até que grande, mas compatível com a maioria da malha viária da cidade. A tranqueira era na hora do rush e FIM! Pô, normal né.. E isso não significa que não tinha stress no trânsito. Claro que tinha. A galera se xingando, um achando que tem razão e o outro também, um “vai te fuder” pra cá, um “toma no cu” pra lá. Essas coisas.
Tinha até uma época que eu achava que poderia “educar” os motoristas, baixando o vidro e falando alguma coisa do tipo: “minha senhora, a senhora não pode parar aqui, é proibido e tu tá trancando todo o trânsito.” ou “meu deus, criatura! não atravessa no sinal fechado pra ti!”. Frases até muito educadas quando se trata do ambiente “trânsito”.
Outra solução que acabei adotando mais tarde foi o “deixa pra lá”. Tinha concluído que não adiantava discutir no trânsito, onde todo mundo acha que tem razão... inclusive eu mesma. hehe
Pois então. O tempo passou.
De uns tempos pra cá, o número de carros nas ruas, triplicou, quadruplicou, setuplicou... sei lá aumentou na potência de mil!!!! Claro que é exagero, mas é a impressão que eu tenho. E junto com esse aumento também veio o aumento da falta de educação dos motoristas e a diminuição da paciência.
Hoje algumas pessoas fazem o que querem no trânsito! É VERDADE!
Hoje a galera acha que basta ligar o pisca-alerta para poder ficar parado numa avenida movimentadíssima para largar o seu filho bem na porta do colégio ou pra esperar a sogra voltar do banco. Quem vem atrás que espere ou que tente desviar .
A galera esquece de ligar o pisca-pisca para alertar quando pretende dobrar. As pessoas simplesmente reduzem a velocidade do nada, e dobram. E o bundão que vem atrás que se ligue!
Os motoqueiros acham que são autoridades! Os motoristas também. Os motoristas de ônibus idem. Os de caminhão nem te enxergam.
E as discussões vão além dos xingamentos. Manda um motorista que tem um parafuso a menos – mas obviamente tu ainda não sabe desse detalhe – tomar no cu e o cara desce do carro apontando uma espingarda na tua cara. Sorte tua se ele não disparar.
Mas o que eu vou fazer? Hoje eu não consigo mais adotar aquela ideologia do “deixa pra lá”... porque simplesmente é impossível pra mim. Admiro quem deixa pra lá... mas ao mesmo tempo, acho essas pessoas sem atitude. COMO ASSIM?! O cara costura todo o trânsito, a mil por hora, em cima da sua moto, sem que eu consiga acompanhar essa história toda pelo retrovisor, corta a minha frente fazendo com que eu quase atinja a moto e, ao buzinar em reclamação, eu sou xingada?! Ah Não! Já é demais! Eu mando é tomar no cu!!! Senta na piroca, ô filha da puta!!! Acha que a rua é tua?! Vaza da minha frente!!!!
Sim, aí eu sou a louca! (eu deveria “deixar pra lá!, concordo)
Mas aí aquela raiva toda, aquela que muitos motoristas hoje tem acumulada pelas horas diárias de trânsito, explode dentro de mim. AAAAAAAAAARGHHH!!!
E o motoqueiro é daqueles que encara pra te intimidar!!!!!! RÁ RÁ RÁ!!!!!!!!
A mim, não seu fulano! Desgraçado!!!Acha que é quem? Ó pra ti: __ (dedo do meio em riste)
Pronto: o motoqueiro, obviamente um daqueles com parafuso a menos, tira proveito da sua condição de motoqueiro, e passa a chutar a lataria do meu carro, no meio da avenida, aos berros de “vagabunda” pra baixo. E eu, na minha 'santa' mania de querer responder um nível a cima, baixo o vidro e digo: “ESCUTA AQUI, Ô. TU COSTURA TODO O TRÂNSITO, A MILHÃO, FECHA O MEU CARRO E ACHA QUE TÁ COM A RAZÃO? NINGUÉM É OBRIGADO A TE ENXERGAR PELO TRÂNSITO DESSE JEITO!!” E pronto. Foi a gota d’água pro maluco dar um coice no espelho retrovisor e esbravejar no meio da rua, urrando loucamente como um gorila maluco.
Eu sei, eu sei. Maluca sou eu de me meter. Maluca sou eu de xingar o cara, “só” porque ele é mais um barbeiro solto na rua, a correr por aí com a sua moto. Vrrrruuum.
Sim.
Eu finalmente desisti.
Eu odeio dirigir. E o motivo não é o maluco, que surtou e agrediu meu patrimônio, meu carrinho, que é pequeninho, mas é meu. Não é o cara que tranca todo o trânsito apenas em benefício próprio, “ vou ali tirar dinheiro e já volto”. Não são os idiotas que acham que tem prioridade na estrada, e botam seus carros a correr pelos acostamentos, enquanto os “bundões” (ou cidadãos honestos, como queiram) continuam a esperar, na sua pista, o trânsito andar.
O motivo pelo qual eu odeio dirigir sou eu mesma. Eu virei um deles. Sim, porque no trânsito tu tem que ser muito, muito forte psicologicamente... e seguir friamente a ideologia do “deixa pra lá”. Ou tu entra na guerra.
E quando eu me vi, eu já estava fazendo coisas como colocar a mão pra fora do carro, fazendo um gesto obsceno para um motorista que me ultrapassou pela direita. Ou odiando pedestres que atravessam fora da faixa de segurança, me atravancando o caminho. E quando eu reduzo pra não atropelar esses pedestres, o carro que vem atrás já solta um super buzinaço no meu ouvido (e no de todos que estão em volta), como se o que eu estivesse fazendo fosse algo sem cabimento. PASSA POR CIMA ENTÃO! PORRA!
Então o trânsito acaba sendo um lugar onde eu definitivamente não quero estar. Ando mais rápido pra chegar ao meu destino logo, e os “lentos” que andam nos corretos 60km/h, acabam sendo os malas do trânsito.
O meu sonho é que eu consiga ir a pé ou de bicicleta ao meu trabalho.
Nesse meu texto, eu generalizei em diversos pontos. Eu sei que nem todos os motoristas são assim (seja de caminhão, ônibus ou motociclistas).
E também concordo que ele pareça pessimista.
Mas quem anda no trânsito todo dia sabe do que estou falando.
Enfim... depois desse desabafo, eu desejo boa sorte pra nós.



