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quarta-feira, 17 de abril de 2013

Todos sabem quando você ama


Quando você ama alguém, você demonstra. Todos sabem quando você ama. Falar da pessoa amada é como respirar. É algo que você faz mesmo sem perceber. Todos sabem que seu amado existe, mesmo sem nunca o terem visto. O amor verdadeiro é demonstrado, voluntariamente ou não. Todos sabem quando você ama.
Quem não demonstra, é porque não pensa no assunto. Não sente vontade. Não expõe. Não se orgulha. Não se importa. Quem não demonstra seu amor, nem que seja um pouquinho, por vontade própria ou sem querer, é porque não o tem. Porque o amor salta pelo brilho do olho por vontade própria. Você não segura a dor de um grande amor. Você não embrulha as lágrimas pra depois. Você é obrigado a deixá-las rolar quando o peito aperta. Você não segura a felicidade resultante de um grande amor. Você não retém sorrisos verdadeiros. Não os impede, nem consegue impedi-los, pois isso está além do seu alcance. Eles, os sorrisos verdadeiros, espalham-se pela sua boca, olhos e rugas sem sua prévia autorização.
E falar de quem você ama é o mais natural dos instintos.
É por isso que todos sabem quando você está amando: é impossível esconder o amor.

sábado, 10 de março de 2012

LIBERDADE DE EXPRESSÃO SIM, DESDE QUE NÃO FALEM DE MIM


Como é de praxe, de tempos em tempos rola uma super discussão no facebook sobre um assunto da atualidade. Já se discutiu sobre o Lula e o SUS, Geisy Arruda e o vestidinho rosa e, vamos lá, Michel Teló e a fama internacional.
A bola da vez é o artigo do J.J. Camargo, publicado hoje no caderno Vida, da Zero Hora, sobre tatuagens. Vi o artigo pela manhã, na casa dos meus pais. Li e achei meio xarope o que o cara disse. Não concordei muito, achei meio coisa de véio cabeçudo, sabe como? Mas foi isso. Não me senti mal só porque o cara pensa que os tatuados são fracos da cabeça. Tá, mentira. Até fiz um beicinho de “ai, essa doeu”, mas logo me dei conta de que, ora bolas, eu me gosto muito com minhas tatuagens, amo todas elas e, além disso, aquele texto não era sobre mim. Era só uma opinião generalizada, meio infeliz, de um senhor quadradão. E deu. Logo esqueci do assunto e fui, tipo assim, seguir a minha vida.
Só que depois do almoço, resolvi acessar o Facebook e me deparei com uma enxurrada de críticas inflamadas! Gente de todo lado querendo o fígado do colunista por causa do tal artigo; querendo a sua expulsão da ZH. E uns tipos que queriam que o cara fosse preso e julgado por espalhar o preconceito. Ahahahaha (ops, desculpa, não deu pra segurar).
E aí eu fiz uma coisa que eu evito a todo custo, sempre, sempre, eu juro que evito, mas fiz: entrei numa discussão. Discussão no Facebook. Sim. Lá fui eu, com toda a minha educação que papai e mamãe me deram, e, pra começar, disse assim, toda meiga: Ah, deixa o véio. Foi meio preconceituoso mesmo, mas é a opinião dele. Um artigo de opinião. Bem, assim, sem argumentar muito, porque né? ... MEDO.
Bastou para que os tatuados politicamente corretos (sim, eles existem! descobri hoje) arrancarem os cabelos e bradarem aos quatro ventos o quanto isso é absurdo. E o quanto eu não sei a diferença entre preconceito e liberdade de expressão, porque né, eu devo ser muito ignorante. E que o autor deveria ser severamente punido. Resumindo: depois da minha primeira declaração, postei sobre minha opinião mais duas vezes no fórum e depois desisti. Ninguém mais conversa, nem ouve, nem lê. Hoje todos só querem ter razão.
Mas para vocês terem noção: teve gente que ficou tão ofendida com o artigo, que cogita processar a ZH e o autor; teve gente que argumentou que é por isso que o Brasil não vai pra frente (é sério); que os formadores de opinião não podem, em hipótese alguma, se valer de termos ofensivos ou descorteses.
Pois eu, que sou um pouco tatuadinha e que não concordo com o que o colunista disse;  eu, aqui do canto da minha humilde casa virtual, que é meu blog, com 5 anos online e com meia dúzia de leitores assíduos, vos digo: isso seria CENSURA das mais deslavadas. 
Se chegar o dia em que alguém só puder escrever um texto com a premissa de que ele agrade a gregos e troianos, eu paro de ler. Porque não tem nada mais sem graça do que ler algo e nem poder dizer que discorda ou concorda, simples assim,  pois o texto que não fede nem cheira. Nem dá vontade de comentar.
Afinal, qual a graça na unanimidade?
Se o cara foi lá e disse que acha repulsivo um corpo coberto de tatuagens ou que acha que pessoas tatuadas tem auto estima baixa, ele merece ser censurado por isso? Na minha opinião, não! Ele sabia onde estava pisando e escreveu para ser polêmico mesmo. Pra gente como eu e como todo mundo que leu discordar, ou concordar, e se manifestar – ou não também. Isso que é demais!
Mas não, os policamente corretos dizem que, por ser um formador de opinião, o cara deveria ter um filtro, para evitar disseminar um preconceito. Pois aí eu discordo. E nem me venham falar de negros, mulheres, homossexuais, etc. A esfera é outra. 
Nesse caso, quando temos a oportunidade de contato com esse tipo de texto, podemos treinar o nosso discernimento. Ou vai dizer que tu leu o texto e, automaticamente, já saiu achando que tatuado é um Maria Vai Com As Outras Depressivo? E se a resposta for sim, o problema não é o artigo. O problema é mais embaixo!
Não podemos eliminar o que não gostamos de ouvir ou ler. Precisamos lidar com isso, lidar com pensamentos diferentes dos nossos (às vezes mais limitados e ignorantes do que os nossos, por que não?) ler mais, ler de tudo, para aumentar nosso poder de argumentação. Ler o texto do cara e ficar puto sim e, com isso, com essa raiva, ter energia, ter tesão para defender o teu ponto de vista. Isso que é legal. E não sair atrás de advogado cada vez que alguém cruza a linha do politicamente correto. Vamos lá, pessoal.
E dizer que o País não vai pra frente por causa desse tipo de texto, pra mim, é forçar de mais a barra.          




terça-feira, 9 de agosto de 2011

sobre cães e a imagem que queremos (ou não) passar

E aí, gentem, tudo bem? Como vocês estão? Tudo certo aí? Bah, legal.

Eu tô bem... bem filosofante.
Vou contar minhas constatações de hoje. 
Então. Como estou andando direto de ônibus, observo a cidade com muito mais atenção, filosofo e aproveito o tempo de uma maneira diferente. E, por mais observadores que possamos ser, não conseguimos ter esse tipo de atenção enquanto motoristas. Posso dizer que sou uma pessoa muito mais legal por voltar a usar o transporte público, posso??? :D

Com meus olhinhos observadores, passei hoje por um outdoor com a propaganda da exposição dos Dinossauros da Patagônia, que tá rolando no Barra Shopping. Aí fiquei analisando os elementos do cartaz: nele continham informações como data e localização da exposição, valores, um fóssil de tiranoussauro (até aí, tudo certo) e, que tal?, UM CACHORRO.
Um cachorro no poster de promoção de uma exposição de dinossauros. 
Pensando racionalmente... o que isso tem a ver com  aquele cão, não é mesmo? 

Fiquei então tentando imaginar o cartaz sem o cão. Não ficaria tão simpático. O cão, que nada tem a ver com o dinossauro, fez com que eu tivesse mais interesse na exposição em si. O cão, que é uma criatura que desperta simpatia na maioria de nós, humanos, foi utilizado certamente como uma ferramenta - a simpatia despertada por ele faz com que olhemos com mais simpatia também para aquilo que querem nos vender. Espertos! Agregam as características do cão a outro produto. Reparei isso em propaganda de carro também. Não me lembro qual era a marca ou modelo, mas na cena final da propaganda aparece um canino sentado no banco do motorista, com as patinhas no volante. O carro ficou muito mais simpático pra mim.
Outra coisa: vocês já notaram que as pessoas se aproximam ou sorriem com mais facilidade quando estamos passeando com um cão? E, pensem bem, elas se aproximariam do mesmo jeito se estivéssemos sozinhos? Não. Quem tem cão, e passeia com ele de vez em quando, sabe do que estou falando.
Vejam bem, às vezes isso nem é consciente. Acho até que, na maioria das vezes, não é.


Poderia ir mais fundo nesse pensamento e questionar: que outros elementos agregamos ou afastamos da nossa imagem para passar algum recado? Outra pergunta: às vezes colamos alguma imagem à nossa, mesmo que ela não tenha nada a ver conosco (como fez a exposição dos dinos), para que sejamos mais ou menos aceitos?

quinta-feira, 14 de julho de 2011

indicações de julho

Sabonete Phebo - Raiz do Oriente
A fragrância tem tudo a ver com o inverno... muito delicinha!



Essa mesinha (Linha Armazém, da TokStok) eu comprei pra minha casa nova!
O tampo é de vidro, então o interior da gaveta fica à mostra (isso significa que só podemos colocar coisas
lindas dentro, tipo alguns livros legais ou, sei lá... pinhas O.o)
Não é barata... mas é linda e é de madeira mesmo, não é MDF.





Esse filme é muito bonitinho!!!
E eu chorei.





Nham!
             

quinta-feira, 30 de junho de 2011

Drops Nº 35

Um dos raros momentos desagradáveis na convivência direta com um cão é quando ele vomita um sabiá inteiro no seu tapete.

um texto, em linhas tortas, sobre karma e outras desculpas

Então, eu tô fazendo um curso muito legal no centro, e a aula de ontem foi com uma psicóloga.

Tá, assim ó, só pra vocês entenderem: o curso é de Gestão, para nível tático e tal. Eu resolvi fazer porque, além de ter me interessado muito pelo conteúdo abordado, eu preciso aprender a ser chefe. Líder. Tipo, EU PRECISO. Porque eu já sou chefe há dois anos, mas às vezes eu acho que eu não sei ser chefe, entendem?

Mas nem é disso que eu queria falar. Peraí. Vou tentar escrever linearmente. É que, na verdade, pra mim, é mais confortável escrever como se eu estivesse falando direto. Mas aí o texto fica assim, meio misturado. E aí ninguém entende bem o que eu quero dizer e onde quero chegar porque eu tenho preguiça de utilizar técnicas avançadas de redação (oi?). E aí, quando isso acontece, eu sempre ouço a voz do meu pai  dentro da minha cabeça dizendo Paula, por favor, pensa antes de falar, porque desse jeito não se entende nada.

Enfim, eu queria era falar sobre a frase que eu ouvi no debate de ontem, nesse curso.
Eu nem vou explicar muito o contexto, mas foi o seguinte: um colega falou pra turma sobre algumas dificuldades no trabalho. E, depois de reclamar e reclamar, ele classificou aquilo tudo como Karma. Aí a psicóloga, que é toda meio louca e legal e olha a gente bem dentro do olho numa distância máxima de um centímetro do nosso nariz, falou o seguinte: o karma pode ser queimado com o fogo da sabedoria!
Moohhh, que bonito! Ai, tá. Gerei muita expectativa em torno da frase, né? Vocês estavam esperando algo direto do Freud?  Ou do Schopenhauer? Nananana... Tá, mas o que ela quis dizer foi o seguinte: tu pode transformar isso que te incomoda em algo que te eleve. Basta encarar com outros olhos! Mas... o que é encarar com outros olhos?

Conversando sobre isso com a Dê, ela lembrou de um documentário (do qual não lembrou o nome) que dizia que a gente é biologicamente programado pra seguir um padrão de comportamento. Que cada célula do nosso corpo "vicia" no sentimento e se acostuma a ser de um jeito tal. E ,vejam só, é verdade. É só a gente prestar atenção em alguns exemplos: quem é irritado, tá SEMPRE irritadinho com qualquer bobagem; quem é triste, costuma se entristecer com tudo; quem é dramático faz drama com nada; ...e quem leva as coisas na boa, leva tudo na boa - até o que não deveria levar.

Porém...
Porém.
Porém! 

Isso não é definidor do que somos e de como devemos agir. Nós podemos mudar. Nos podemos nos reprogramar. É mais difícil... mas é bem melhor. É melhor pra nós mesmos e para os outros. E é gratificante.
Fácil mesmo é culpar o karma, ou qualquer outra coisa, fato ou pessoa, por algum problema que, no fundo, está dentro de nós. E como tem gente que gosta de se agarrar, bem agarradinho, nos seus problemas ou karminhas e só choramingar, né? E  conheço muita gente que faz isso, inclusive eu mesma, sometimes. Mas, sei lá, é muito bom se dar conta.

terça-feira, 17 de maio de 2011

Pessoas com trilha sonora: eu tenho.

Ontem eu tava pensando que algumas pessoas da minha vida são marcadas com música. Tipo um carimbo.
Por exemplo: sempre que eu escuto ABC do Jackson Five, Julia Maciel me vem à cabeça. Eu sempre me lembro da cena dela me falando para ensaiarmos a dancinha. E, enquanto falava, fazia os passos do Michael colocando um pé pra frente, inclinando o corpo e tirando e botando o chapéu imaginário na cabeça.

Não sou eu que escolho as músicas para os meus amigos, são eles mesmos, sem querer, que gravam sua imagem a um determinado som na minha memória.
Toda vez que escuto Alanis ou Nei Lisboa, a imagem de Denise Porto se materializa em frente aos meus olhos! Talvez ela nem se lembre desse episódio, mas eu sim: na faculdade, bem no início, enquanto eu dava a notícia de que tinha comprado o cd da trilha sonora do BBB (senti vergonha agora), ela, ao mesmo tempo, tirava da bolsa um cd da Alanis, anunciando a sua também nova aquisição. Foi ela que escreveu em um caderno a letra inteira de uma música do Nei Lisboa, e eu achei o máximo!  Até me lembro o nome da música: era Por Aí. Adorava - ainda adoro - o jeito e a profundidade com que ela enxergava os significados nas músicas. 
Minha irmã surge toda vez que escuto Por onde andei, do Nando Reis. Não tive intenção de selecionar essa música pra ela. Isso simplesmente aconteceu. O trecho que diz que a vida é mesmo coisa muito frágil, uma bobagem, uma irrelevância diante da eternidade do amor de quem se ama se auto definiu como um hino a ela. Gosto do Nando Reis. Ele é desafinado e torto em algumas músicas. E eu acho isso bonito. Demorei pra gostar. Meu vô Theo está gravado em uma música do Oasis! ahahaha Champagne Supernova. Tomara que ele não fique sabendo disso. Minha mãe: Blackbird, dos Beatles. Meu pai: Take Five do Dave Brubeck Quartet . Marcelão eu vejo nas trilhas do Rocky Balboa ahaha... e, pra contrastar, vejo  também na Altar Particular da Gaduzinho.  A minha flor, Ju Wagner, na Shiny Happy People, REM. Meu amigo Digo surge com o Elvis! Bianca eu vejo quando escuto Mutantes - que é bem do jeito dela! 

sábado, 12 de fevereiro de 2011

oi, tudo bem?

Recomendo, super recomendo, as tiras de filé com gorgonzola acompanhadas de pão e farofa, de bons amigos (tipo os meus) e de, por que não?, chopp Brahma. No Boteco Imperial, aqui em Porto. Beijos.

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

no episódio de hoje...

Cena: um bebê de um pouco mais de um ano veio andando, assim meio cambaleante, em nossa direção, parou bem pertinho e ficou nos olhando e rindo. Depois de alguns instantes, virou as costas e foi embora.
Eu: Mãe, que engraçado, por que será que os bebês fazem isso, né?
Mãe: Ah... a gente também iria querer chegar bem perto de uma pessoa estranha e ficar olhando. A diferença é que a gente se controla.

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

boa essa

Segundo meu amigo Benites, o msn deveria ter um status a cima do online, que seria o "me dê atenção".


domingo, 28 de novembro de 2010

ahah!

eu gostaria, imensamente, de escrever agora. porém, assim ó, não consigo, because i'm a little drunk...
é que, é o seguinte, trabalhei como bartender essa noite, numa festa de uma prima minha. Recomendo a experiência, principalmente pelo contato com o público e pela proximidade da fonte de chopp. ahahaahha
Como eu ia dizendo, gostaria imensamente de escrever algo mas, como já justifiquei, não consigo. Porém, sou muito a favor de posts novos...
pode ter rasgação de seda, textos idiotas e também outras merdas que rolam por aí. afinal, desde quando blogs primam por qualidade, não é mesmo?  vejam esse nosso, por exemplo.
é muito legal estar bêbada, porque a gente nem pensa no que tá falando.
isso é, por um lado, muito bom.
o lado ruim, eu só vou saber amanhã.
besos, meus queridos!

terça-feira, 7 de setembro de 2010

Campanha

Nada de pagode, sertanejo universitário...
Eu quero é que a Lambada volte à moda, isso sim! Kaoma e Beto Barbosa!

sexta-feira, 18 de junho de 2010

segunda-feira, 3 de maio de 2010

pergunta para a mulherada:

Vocês costumam acreditar na intuição?

Costumam acreditar na primeira sensação que tem referente a uma situação qualquer?

Recomendo

De acordo com o fabricante, "Magix é um produto que traz a exclusiva Tecnologia Optix. Incolor, com silicone e finíssimas partículas refletoras de luz, ele disfarça instantaneamente a aparência de poros dilatados e linhas finas e controla o brilho da pele por até 10 horas."

2 FORMAS DE USAR
Sozinho
Para uma pele mais uniforme e sem brilho o dia todo
Antes da base
Para uniformizar a pele e aumentar a durabilidade da maquiagem

 
Cumpriu a promessa. Eu já amo esse produto.
Meus poros reduziram bastante e a minha pele não ficou oleosa. E ainda tem fps 20.
Ponto pra Avon! eeeee
 

quinta-feira, 29 de abril de 2010

das entrelinhas que não existem

- Bah, daqui a pouco vão começar a me cobrar o relatório...
- Então é melhor tu começar a escrevê-lo de uma vez.
- O que tu quis dizer com isso?
- Quê?
- É. O que tu quis dizer com isso??
- Eu quis dizer exatamente o que eu disse.
- Ah bom.

sexta-feira, 23 de abril de 2010

no telefone, agora a pouco

- alô.
- alô, quem fala?
- é a Paula.
- oooiii, Paula. Eu poderia falar com a Fulana?
- Não, a Fulana não veio.
- Ah não? Quer dizer que ela não foi trabalhar hoje?
- Ela veio trabalhar sim, mas só pela manhã. Ela não veio à tarde.
- Ah... Hm. Quer dizer então que ela não está aí??

Silêncio.

- Então está bem, Paula. Tchaaau.

terça-feira, 20 de abril de 2010

fotinha o caramba....

Preciso desabafar.
A palavra é "foto". A foto.
Dizemos A FOTO, e não O FOTO, por ser foto uma palavra derivada de fotografia, que é uma palavra feminina.  Certo? Ok.
Ainda assim, ainda que seja foto uma palavra feminina, seguindo a lógica, o diminutivo correto de FOTO  é  FOTINHO. A foto. A fotinho. 

Então que onda é essa de FOTINHA? Cada vez que eu leio fotinha, sinto cólicas! 
Parem de escrever fotinha, eu suplico.