domingo, 22 de maio de 2011
Revival
sexta-feira, 7 de janeiro de 2011
Pensando alto
sábado, 14 de agosto de 2010
Assim não dá mais
segunda-feira, 1 de março de 2010
O que importa é o tamanho... do Q.I!
segunda-feira, 4 de janeiro de 2010
Grandes diálogos do cinema
sexta-feira, 25 de dezembro de 2009
Querido Papai Noel, no próximo ano, por favor traga mais…
NOÇÃO!
Cena:
Festa pós-ceia de Natal em um bar do litoral norte gaúcho. Rodinha de casais de amigos + eu, que para vela só faltava o pavio. Papo animado de quem não se viu o ano inteiro. Risadas.
O assunto é interrompido quando alguém de uma rodinha ao lado fala mais alto, parecendo olhar para nós:
- … é, essa galera de 14 anos de idade que vem pras festas…
A rodinha dos casais olha em volta e se entreolha, todos por volta dos 27 anos de idade – mas com corpinho de 25, viu?! – e dá de ombros, afinal, não pode ser sobre eles aquela crítica aos berros, até porque foi proferida por uma criatura que ainda está na fase da combinação aparelho nos dentes E barriga de fora - o que só é permitido se você tem, no máximo, 21 anos. E olhe lá.
O assunto animado continua e é novamente interrompido, dessa vez diretamente pela criatura ensandecida que, aparentemente não satisfeita com a falta de atenção ao comentário anterior, bate no ombro de um de nós:
- Tu sabe quem eu sou? – com a voz alta, mão na cintura, todo mundo em volta ouvindo.
- O.o – integrante da nossa rodinha olha em volta com um olhar de “gente, socorro, que vergonha, que-qué-isso???”
- Pois eu sou a LECA, LE-CA, da seleção GAÚCHA de basquete! Não sou qualquer uma, tá? – dedo em riste e ar de superioridade.
- … ããããnnnn… tá bom… ãããnnn… Leca… bom pra ti… parabéns… - tentando fugir lentamente.
Fim da cena.
Aí eu pergunto: gente, CADÊ A NOÇÃO?
domingo, 6 de dezembro de 2009
DROPS Nº 33
quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
DROPS Nº 32
Só queria perguntar aqui: você não sente uma certa irritação quando sabe que alguém está mentindo para você? Por exemplo, quando você sabe a verdade, mas a pessoa simplesmente acha que você é uma imbecil e vai acreditar na balela? Normalmente eu finjo que acredito, sou dessas que evita as discussões (é, pensando bem, fazendo isso, eu devo passar a imagem de imbecil, mesmo). Mas às vezes acordo com uma certa aflição dessas coisas. Como hoje. Fica a dica: ou seja honesto, ou minta direito - nada de testemunhas. Mentirinhas, só as sociais, honey!
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Mudando de assunto, acabei de ouvir a previsão do tempo anunciando temporais no Rio Grande do Sul. De novo. Vocês também já cansaram dessa história de temporal toda quinta-feira, ou sou só eu que ando irritadinha?
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*@sonhosdelulu e @juliamaciel - todas as besteiras e inutilidades estão lá.
sexta-feira, 9 de outubro de 2009
Da série: semaninha do cão
Pois é, quebrei a perna. Não consigo fazer quase nada sozinha e estou num mau-humor do cão. É a vida...
sábado, 15 de agosto de 2009
Origem
Pronto.
Agora eu sento e espero
Um dia enche novamente o tanque de idéias
Gota a gota
bem na lenta
Dizem que elas vem do sul
As ideias, elas vem de lá
Primeiro esfria
E elas chovem.
quarta-feira, 12 de agosto de 2009
DROPS nº 29
domingo, 2 de agosto de 2009
O Baile E A Bunda
sábado, 25 de julho de 2009
DROPS Nº 28
domingo, 19 de julho de 2009
DROPS nº 27
quinta-feira, 16 de julho de 2009
Toque de amiga
o.O
sábado, 27 de junho de 2009
DROPS N° 26
sexta-feira, 5 de junho de 2009
Síndrome de Romeu e Julieta
Fiquei pensando no porquê de termos essa tendência à Síndrome de Romeu e Julieta. Por que teimamos em acreditar que um amor é melhor, maior ou mais verdadeiro só por que é difícil? Por que achamos que devemos sofrer só porque gostamos de alguém? Por que cargas d'água gostamos do que é praticamente impossível? E por que, Deus, por queeeee afirmamos que uma paixão é amor, assim, com a maior convicção do mundo, sem nem ter dado tempo de comprovar isso?
Existe algum grupo de pesquisadores que está estudando isso? Alguém tem alguma resposta? Freud explica? Será que estamos contaminadas pelas historinhas dos contos-de-fadas, pelos filmes românticos, pelas novelas mexicanas e pelo diabo-a-quatro? Respostas, por favor, respostas!
Gente, sinto em informá-los que não estamos em um filme de Hollywood. Mas calmem, sonhadoras, isso pode ser uma coisa boa. Isso quer dizer que não somos mocinhas - nem bandidas. Portanto, não precisamos sofrer até o dia em que encontraremos o grande amor da nossa vida, que cessará toda e qualquer dor e que fará com que esqueçamos tudo o que já sofremos.
Eu tenho a teoria de que a vida não precisa ser como o poema. Sabe? Aquele que dizia
"João amava Teresa
que amava Raimundo
que amava Maria que amava Joaquim que amava Lili
que não amava ninguém. (...)"?
É bem melhor quando as coisas fluem facilmente, as pessoas se entendem, se atraem umas pelas outras, ficam juntas e só. Simples assim. São felizes - é, isso mesmo: elas são felizes sem que precisem passar por empecilhos. Isso existe. Ninguém precisa passar por enormes provas de amor para merecê-lo. E não precisa nem ser para sempre. Quem foi que criou a regra de que cada pessoa tem direito a apenas um amor durante a vida? Eu não fui consultada - se fosse, votaria contra. Acabou? Sacode a poeira e parte para outra.
É claro que não me tornei imune à sofrimentos amorosos e afins. Mas pensar com otimismo ajuda. Ah, como ajuda...