quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

FILMES DO ANO

Quem foi ao cinema este ano para ver Kirsten Dunst e Brad Pitt e está acostumado só com filme blockbuster estilo "Se Beber, Não Case" certamente se decepcionou.

O filme A ÁRVORE DA VIDA (com Brad Pitt) foi vaiado pelo público no Festival de Cannes, mas acabou levando o prêmio principal. Ouvi dizer que aqui no Brasil as sessões de cinema começavam cheias e pouco tempo depois muita gente ia embora. O filme é um pouco cansativo, tem lições de religiosidade, mas a fotografia é belíssima.

Um dos melhores filmes do ano é MELANCOLIA, do polêmico diretor Lars Von Trier. Também não vai agradar quem curte Kirsten Dunst no estilo Homem-Aranha.

Outras recomendações:

CISNE NEGRO, um filme muito bem feito com a talentosíssima Natalie Portman, que infelizmente só parece ser lembrado como o filme da "cena de sexo entre lésbicas" por alguns.

CÓPIA FIEL, este um filme "cabeça" mesmo, que muita gente deve achar parado, mas eu achei excelente.

Mas pra quem não curte nada muito complexo eu indico UM CONTO CHINÊS, um filme que é leve, divertido e nem por isso é tosco.

A PELE QUE HABITO eu não assisti ainda mas é do Pedro Almodóvar , né? Ou seja, pelo menos 90% de chances de ser bom.


quarta-feira, 7 de setembro de 2011

9/11

Dia 11 de Setembro de 2001 aconteceu o que todos sabem: Osama Bin Laden foi responsável por arquitetar o ataque contra as Torres Gêmeas.
Ou não. Pelo menos não é o que pensam os autores de várias teorias conspiratórias que surgiram por aí, acho que vale a pena dar uma pesquisada sobre o assunto...



segunda-feira, 5 de setembro de 2011

pra dar aquela pensadinha básica.

(...) A percepção da realidade vem torta se você só vive entre os seus. Você vive num condomínio fechado de luxo e tem a impressão que, se não todo mundo, muita gente leva o seu padrão de vida. (...)


Ótimo trecho do texto da Lola, que está na íntegra aqui

terça-feira, 9 de agosto de 2011

sobre cães e a imagem que queremos (ou não) passar

E aí, gentem, tudo bem? Como vocês estão? Tudo certo aí? Bah, legal.

Eu tô bem... bem filosofante.
Vou contar minhas constatações de hoje. 
Então. Como estou andando direto de ônibus, observo a cidade com muito mais atenção, filosofo e aproveito o tempo de uma maneira diferente. E, por mais observadores que possamos ser, não conseguimos ter esse tipo de atenção enquanto motoristas. Posso dizer que sou uma pessoa muito mais legal por voltar a usar o transporte público, posso??? :D

Com meus olhinhos observadores, passei hoje por um outdoor com a propaganda da exposição dos Dinossauros da Patagônia, que tá rolando no Barra Shopping. Aí fiquei analisando os elementos do cartaz: nele continham informações como data e localização da exposição, valores, um fóssil de tiranoussauro (até aí, tudo certo) e, que tal?, UM CACHORRO.
Um cachorro no poster de promoção de uma exposição de dinossauros. 
Pensando racionalmente... o que isso tem a ver com  aquele cão, não é mesmo? 

Fiquei então tentando imaginar o cartaz sem o cão. Não ficaria tão simpático. O cão, que nada tem a ver com o dinossauro, fez com que eu tivesse mais interesse na exposição em si. O cão, que é uma criatura que desperta simpatia na maioria de nós, humanos, foi utilizado certamente como uma ferramenta - a simpatia despertada por ele faz com que olhemos com mais simpatia também para aquilo que querem nos vender. Espertos! Agregam as características do cão a outro produto. Reparei isso em propaganda de carro também. Não me lembro qual era a marca ou modelo, mas na cena final da propaganda aparece um canino sentado no banco do motorista, com as patinhas no volante. O carro ficou muito mais simpático pra mim.
Outra coisa: vocês já notaram que as pessoas se aproximam ou sorriem com mais facilidade quando estamos passeando com um cão? E, pensem bem, elas se aproximariam do mesmo jeito se estivéssemos sozinhos? Não. Quem tem cão, e passeia com ele de vez em quando, sabe do que estou falando.
Vejam bem, às vezes isso nem é consciente. Acho até que, na maioria das vezes, não é.


Poderia ir mais fundo nesse pensamento e questionar: que outros elementos agregamos ou afastamos da nossa imagem para passar algum recado? Outra pergunta: às vezes colamos alguma imagem à nossa, mesmo que ela não tenha nada a ver conosco (como fez a exposição dos dinos), para que sejamos mais ou menos aceitos?